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O cantor americano Billy Andrews é o idealizador do projeto The Dark Tenor, que há 5 anos cruza fronteiras entre épocas e constrói pontes entre ritmos musicais.

Seus dois primeiros álbuns - o refinado  "Symphony of Light" e depois "Nightfall Symphony",  criaram todo misticismo em torno do cantor de ópera que cantava mascarado, levando fãs da música clássica e também amantes do rock e pop para as salas de concerto. 

Já o terceiro álbum - "Symphony of Ghosts", essencialmente vanguardista, marcou o momento em que o artista deixou a máscara de lado, tornando-se mais acessível e íntimo  de seu público. Sua trilogia de EP’s - com o primeiro lançamento no começo abril de 2020 , é dedicada a três dos maiores compositores clássicos do mundo  e “Ludwig - uma história de Beethoven de Billy Andrews", surgiu especialmente no ano em que se homenageia o famoso compositor. 

Como nos álbuns anteriores, o artista seguiu seu caminho típico, misturando composições clássicas mundialmente famosas com a atual música pop e rock, criando um gênero completamente novo e impressionante.
"Com minhas canções, mostro o lado legal da música clássica, saio do canto elitista e torno as melodias acessíveis a quem normalmente não chegaria a elas”, explica Billy Andrews.
“Esse tipo de nova interpretação de obras clássicas conectadas com pop, rock e metal é como minha vida e minha personalidade: constrói pontes, aproxima opostos. E acima de tudo, toca as pessoas em seus corações”. 

The Dark Tenor 
Com mais de 200.000 álbuns vendidos (status de ouro) e várias colocações nas paradas musicais, The Dark Tenor é um dos artistas mais bem-sucedidos nesse gênero, lotando salas de concerto na Alemanha, Áustria e Suíça desde 2015. O objetivo de Billy é dar a todos os ouvintes - sejam fãs de música clássica ou frequentadores de concertos de rock, acesso às obras clássicas mundialmente famosas, mas com a atitude “cool” da música atual. Seus shows são marcados por  momentos que vão do energético com tons de rebelião aos suaves e intimistas, sempre em harmonia. Segundo ele, Mozart, Beethoven e Bach eram basicamente os Robbie Williams e David Garretts da época. Atualmente, o artista está inovando ao integrar processos de impressão 3D para instrumentos clássicos com tecnologia LED e inteligência artificial.